Connector
Empresa Parceira das Pessoas com Deficiência

Conectar também é
abrir portas.

Há 30 anos a Connector projeta sistemas que fazem prédios inteiros funcionarem. Aprendemos que nenhuma estrutura se sustenta sem as pessoas certas — e que talento nunca esteve concentrado em um único tipo de corpo.

A cena que
decidimos não
repetir.

Ela acontece todo dia, em todo o Brasil. Um currículo bem construído. Um curso técnico concluído à noite, depois do trabalho. Anos de estudo, de prova, de dedicação. E então uma entrevista que termina antes de começar — porque alguém decidiu, no lugar da pessoa, aquilo que ela seria capaz de fazer.

No Brasil vivem cerca de 18,6 milhões de pessoas com deficiência com 2 anos ou mais de idade, segundo o IBGE. A maior parte delas está fora do mercado formal. Não por falta de qualificação — por falta de porta aberta.

A Connector decidiu não participar dessa cena. Não porque a lei nos obriga, embora ela obrigue. Não porque fica bem no relatório, embora fique. Mas porque uma empresa que se chama Connector não tem o direito de deixar de conectar gente boa a oportunidade boa.

“Deficiência não é sinônimo de limitação profissional. Barreira é o que a empresa constrói — e o que a empresa pode derrubar.”

Temos especialistas
dedicados exclusivamente
a essa missão.

Inclusão que depende de boa vontade acaba na primeira semana corrida. Por isso, dentro do nosso time de Recursos Humanos existe um núcleo de profissionais com atribuição exclusiva: buscar, preparar, contratar e acompanhar talentos com deficiência. Não é tarefa extra de ninguém. É o trabalho dessas pessoas, todos os dias.

Esse núcleo mantém banco de talentos ativo, mapeia instituições de formação, associações e centros de reabilitação, adapta descrições de vaga, prepara as lideranças que vão receber o profissional e acompanha cada contratação muito depois do primeiro dia — porque contratar é fácil; permanecer e crescer é o que exige engenharia.

O que esse núcleo faz na prática

  • Busca ativa e contínuaProspecção permanente de candidatos PCD, sem depender de processos seletivos abertos.
  • Vagas revisadasCada descrição é reescrita para exigir a competência real da função — e nada além dela.
  • Liderança preparadaO gestor é orientado antes da chegada do profissional, não depois do primeiro ruído.
  • Acompanhamento de carreiraAvaliação, treinamento e promoção pelos mesmos critérios técnicos de todo o time.

Quatro pilares.
Nenhum decorativo.

O que sustenta o programa dentro da Connector — e o que você pode cobrar de nós.

Acessibilidade de verdade

Adaptamos o posto de trabalho, não a pessoa. Isso significa avaliar acessos, mobiliário, ferramentas, tecnologia assistiva, jornada e comunicação — antes da admissão, e sempre que a função mudar. Acessibilidade que só aparece na inauguração da rampa não é acessibilidade: é fachada.

Acolhimento sem paternalismo

Ninguém aqui é tratado como favor concedido. Nosso acolhimento é integração de verdade: apresentação ao time, referência técnica designada, canal direto com o RH e uma cultura em que perguntar “de que forma isso funciona melhor para você?” é rotina, não constrangimento.

Enaltecimento da qualificação técnica

Engenharia é um setor técnico, e é exatamente aí que queremos ver mais profissionais PCD: em projeto, em campo, em automação, em compras, em planejamento, em qualidade. Investimos em capacitação e defendemos publicamente que a conversa comece pela competência — nunca pelo laudo.

Ponte para o mercado

Nem toda pessoa que nos procura vai trabalhar conosco — e mesmo assim ela não sai de mãos vazias. Mantemos banco de talentos ativo, encaminhamos perfis para o Grupo Caiafa, para clientes e para nossa cadeia de fornecedores, e conversamos com quem quiser estruturar um programa parecido. Ser ponte é parte do nosso trabalho.

Da candidatura
à carreira.

Um caminho claro, sem etapas surpresa e sem barreira escondida. Você sabe, desde o primeiro contato, o que vai acontecer.

  1. 1

    Você se candidata — e é lido por gente

    Seu currículo chega ao núcleo de inclusão do RH. Não há filtro automático descartando perfis. Se a vaga do momento não for a sua, você entra no banco de talentos e continua sendo considerado.

  2. 2

    Conversa sobre competência e sobre você

    A entrevista trata da função e da sua trajetória técnica. Falamos de deficiência apenas no que for útil para preparar o ambiente: acessos, ferramentas, comunicação, ajustes de jornada. Nada além do necessário, nada abaixo do que você precisa.

  3. 3

    O ambiente é preparado antes da sua chegada

    Adaptações, equipamentos e orientação da liderança acontecem antes do primeiro dia. Você não chega para resolver o que a empresa deveria ter resolvido.

  4. 4

    Acompanhamento, capacitação e crescimento

    Check-ins com o RH nos primeiros meses, acesso aos mesmos treinamentos técnicos do time e avaliação pelos mesmos critérios. Inclusão que trava na porta de entrada não é inclusão — é estatística.